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    <title>Notícias PREVDATA</title>
    <link>http://www.prevdata.org.br/noticias/</link>
    <description>Notícias PREVDATA</description>
    <language>pt-br</language>

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		<title>Diretor do BC: Há espaço para queda dos juros</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23234</link>
		<description>&lt;p&gt;Um dos integrantes do Comit&amp;ecirc; de Pol&amp;iacute;tica Monet&amp;aacute;ria (Copom) do Banco Central deu mais um sinal claro de que a taxa b&amp;aacute;sica de juros, a Selic, vai continuar sendo reduzida ao longo dos pr&amp;oacute;ximos meses. Durante evento no s&amp;aacute;bado em Comandatuba (BA), o diretor de Assuntos Internacionais do BC, Luiz Awazu Pereira da Silva, afirmou que h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para &amp;quot;afrouxamento monet&amp;aacute;rio&amp;quot; no Pa&amp;iacute;s, sem que isso comprometa o trabalho de trazer a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de volta para o centro da meta ainda em 2012.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;H&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para uma pol&amp;iacute;tica de afrouxamento monet&amp;aacute;rio no Brasil, com elevada probabilidade &amp;agrave; concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cen&amp;aacute;rio que contempla a taxa de juros se deslocando para patamares de um d&amp;iacute;gito, sem comprometer o nosso objetivo de trazer a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o centro da meta de 4,5% em 2012&amp;quot;, afirmou o diretor durante discurso na quinta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do encontro nacional da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Previd&amp;ecirc;ncia Privada e Vida (FenaPrevi), que aconteceu na ilha baiana. O discurso de Awazu est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel no site do Banco Central.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ata da primeira reuni&amp;atilde;o do Copom deste ano deixou claro que o BC trabalha com a perspectiva de trazer a Selic para o patamar de um d&amp;iacute;gito em breve. No documento, divulgado no dia 25 de janeiro, os diretores do BC atribu&amp;iacute;ram &amp;quot;elevada probabilidade&amp;quot; de concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cen&amp;aacute;rio que contempla a taxa Selic abaixo de 10%. A posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressa por Awazu &amp;eacute; mais expl&amp;iacute;cita em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos cortes da Selic.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na reuni&amp;atilde;o de janeiro, os diretores do BC aprovaram o quarto corte seguido da taxa b&amp;aacute;sica de juros, que atualmente est&amp;aacute; em 10,50% ao ano. O pr&amp;oacute;ximo encontro do comit&amp;ecirc; acontecer&amp;aacute; nos dias 6 e 7 de mar&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois que o BC divulgou a ata, analistas do mercado financeiro refizeram suas contas e anteciparam a data em que a Selic atingir&amp;aacute; o patamar de 9,50%. Para alguns analistas, isso acontecer&amp;aacute; em maio. H&amp;aacute; uma corrente, entretanto, que aposta que esse n&amp;iacute;vel ser&amp;aacute; alcan&amp;ccedil;ado em abril.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Awazu tamb&amp;eacute;m enfatizou a import&amp;acirc;ncia do rigor fiscal durante seu discurso. &amp;quot;Neste momento, a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; solidez fiscal deve ser redobrada. Essa quest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o est&amp;aacute; mais circunscrita &amp;agrave; Europa, passando a ser ponto de monitoramento constante dos agentes de mercado em outras economias relevantes.&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo brasileiro tem insistido que vai cumprir este ano a meta fiscal sem fazer nenhum tipo de abatimento de despesas. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diretor do BC, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal brasileira, no atual contexto internacional, &amp;quot;pode ser considerada um dos principais ativos que a nossa economia possui&amp;quot;. Para ele, apesar das &amp;quot;consequ&amp;ecirc;ncias negativas&amp;quot; da instabilidade financeira da Europa, o Brasil est&amp;aacute; &amp;quot;bem posicionado&amp;quot; na atual conjuntura internacional &amp;quot;complexa&amp;quot;.&lt;/p&gt;Fonte: RENATO ANDRADE - O Estado de S.Paulo (06/02)</description>
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		<title>Abrapp: Programação de Cursos 2012</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23233</link>
		<description>&lt;p&gt;Toda a grade de eventos do Programa de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2012 da ABRAPP est&amp;aacute; disposta desde no endere&amp;ccedil;o &lt;a href=&quot;http://www.portaldosfundosdepensao.org.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.portaldosfundosdepensao.org.br&lt;/a&gt; . Est&amp;atilde;o l&amp;aacute; dispon&amp;iacute;veis informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os cursos, cidades em que ser&amp;atilde;o realizados, datas e respectivas taxas de incri&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O primeiro curso ter&amp;aacute; lugar no pr&amp;oacute;ximo dia 27, em S&amp;atilde;o Paulo, o Jur&amp;iacute;dico I/A &amp;ndash; Aspectos Jur&amp;iacute;dicos Fundamentais da Previd&amp;ecirc;ncia Complementar. As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; est&amp;atilde;o abertas em &lt;a href=&quot;http://www.abrapp.org.br/educaprev/treinamentos/juridicoa.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.abrapp.org.br/educaprev/treinamentos/juridicoa.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; os cursos &amp;ldquo;in company&amp;rdquo;, produzidos sob medida para atender &amp;agrave;s necessidades mais espec&amp;iacute;ficas, avan&amp;ccedil;am como mais uma alternativa de treinamento oferecida pela ABRAPP &amp;agrave;s suas associadas. Ontem, inclusive, houve uma atividade dessas na FUNEPP - Fundo Nestl&amp;eacute; de Previd&amp;ecirc;ncia Privada, com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nosso instrutor Roberto Messina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no campo dos cursos &amp;ldquo;in company&amp;rdquo; h&amp;aacute; dois projetos em andamento, desde o segundo semestre de 2011 e estes dever&amp;atilde;o ser encerrados at&amp;eacute; maio. Mas com certeza outros se seguir&amp;atilde;o logo, pois outras propostas est&amp;atilde;o sendo nesse momento estudadas por associadas, preocupadas em especial em dar maior treinamento aos seus conselheiros, dirigentes e funcion&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;Fonte: Diário dos Fundos de Pensão (06/02)</description>
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		<title>SPPC: Pesquisa sobre material distribuído em Congresso</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23232</link>
		<description>&lt;p&gt;Levantamento vai ser feito entre os dias 1&amp;ordm; e 16 de mar&amp;ccedil;o&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Secretaria de Pol&amp;iacute;ticas de Previd&amp;ecirc;ncia Complementar (SPPC) realiza pesquisa com participantes do 32&amp;ordm; Congresso Brasileiro dos Fundos de Pens&amp;atilde;o, que foi realizado, em setembro, em Florian&amp;oacute;polis (SC). O levantamento, que vai ser feito entre os dias 1&amp;ordm; e 16 de mar&amp;ccedil;o, tem por objetivo aperfei&amp;ccedil;oar a Colet&amp;acirc;nea de Normas que vai ser lan&amp;ccedil;ada neste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o Congresso, a SPPC distribuiu em seu estande a colet&amp;acirc;nea de normas dos fundos de pens&amp;atilde;o, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2011 - em vers&amp;atilde;o impressa e digital - al&amp;eacute;m de material informativo sobre o regime de Previd&amp;ecirc;ncia Complementar.&lt;/p&gt;Fonte: Ascom/MPS (06/02)</description>
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		<title>Previc: Palestra Sistema DAWeb</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23231</link>
		<description>&lt;p&gt;A Superintend&amp;ecirc;ncia Nacional de Previd&amp;ecirc;ncia Complementar &amp;ndash; Previc promover&amp;aacute; no pr&amp;oacute;ximo dia 28/02/2012 um semin&amp;aacute;rio palestra para apresentar e caracterizar o novo sistema da capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados DAWeb das Demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es Atuariais, institu&amp;iacute;das pela Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Previc n&amp;ordm; 09, de 14/12/2010. O Sistema DA Web integrar&amp;aacute; os sistemas hoje existentes (CADPREVIC, CAND e SICADI) e foi desenvolvido com a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prover acessibilidade, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, integridade dos dados e seguran&amp;ccedil;a das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O sistema j&amp;aacute; est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel a mais de 15 dias e teve v&amp;aacute;rias etapas com acesso, divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e testes de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as EFPC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No semin&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; apresentada a abordagem da PREVIC, dos usu&amp;aacute;rios (com suas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es a partir do uso e aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema), bem como, das representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Comiss&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica Nacional da Abrapp e do Instituto Brasileiro de Atu&amp;aacute;ria. Espera-se, com isso, que os participantes consigam ter uma vis&amp;atilde;o ampla sobre as etapas de preenchimento e formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dados de preenchimento das DA, Ser&amp;aacute; um importante momento para dirimir d&amp;uacute;vidas e trocar experi&amp;ecirc;ncias entre os usu&amp;aacute;rios e profissionais envolvidos na formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es Atuariais das EFPC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Data e hor&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;&lt;p&gt;28 de fevereiro das 09:30 as 17hs .&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Local&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Audit&amp;oacute;rio do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), localizado no mesmo pr&amp;eacute;dio da Previc, cujo endere&amp;ccedil;o &amp;eacute;: Setor Banc&amp;aacute;rio Norte (SBN), Quadra 2, Bloco N, sobreloja, Bras&amp;iacute;lia-DF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vagas limitadas com inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es gratuitas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o ser realizadas entre os dias 03 a 14 de fevereiro, pelo e-mail previc.&lt;a href=&quot;mailto:cgma@previdencia.gov.br&quot;&gt;cgma@previdencia.gov.br&lt;/a&gt;, informando o nome completo, nome da entidade a que pertence, cargo, telefone e e-mail para contato e no caso de prestadores de servi&amp;ccedil;os atuariais tamb&amp;eacute;m a entidade a qual presta servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;Fonte: Gabriela Utzig Hoelscher - Previc/Acs (06/02)</description>
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		<title>Seguradoras deverão seguir regras de sustentabilidade</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23193</link>
		<description>&lt;p&gt;O mercado brasileiro de seguros vai aderir aos Princ&amp;iacute;pios para o Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel de Seguros, uma iniciativa do Programa das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidades para o Meio Ambiente. A ades&amp;atilde;o ser&amp;aacute; celebrada na Rio+20, confer&amp;ecirc;ncia que ser&amp;aacute; realizada de 20 a 22 de junho no Rio de Janeiro, e representar&amp;aacute; um compromisso p&amp;uacute;blico de longo prazo do setor de seguros com o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel. &amp;quot;A iniciativa das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas de estabelecer princ&amp;iacute;pios para o Desenvolvimento Sustent&amp;aacute;vel de Seguros est&amp;aacute; alinhada com o que o mercado segurador brasileiro tem defendido ao longo dos anos e, por isso, fortalecer&amp;aacute; a cultura e a dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste conceito no mercado nacional&amp;quot;, diz Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previd&amp;ecirc;ncia Privada e Vida, Sa&amp;uacute;de Suplementar e Capitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CNseg), entidade presidida por Jorge Hil&amp;aacute;rio Gouvea Vieira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os quatro princ&amp;iacute;pios s&amp;atilde;o o resultado de um processo consultivo realizado pelo Programa das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas para o Meio Ambiente em parceria com o setor mundial de seguros nos &amp;uacute;ltimos dois anos e ser&amp;atilde;o apresentados &amp;agrave;s seguradoras brasileiras pela CNseg ao longo de 2012.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a diretora-executiva da CNSeg, o projeto &amp;eacute; importante. &amp;quot;A tend&amp;ecirc;ncia mundial de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas socialmente respons&amp;aacute;veis e sustent&amp;aacute;veis j&amp;aacute; est&amp;aacute; consolidada. No Brasil, muitas empresas do setor de seguros j&amp;aacute; abriram &amp;aacute;rea espec&amp;iacute;fica para o estudo de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma economia sustent&amp;aacute;vel&amp;quot;, observa Solange.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;O desafio &amp;eacute; tornar essas pr&amp;aacute;ticas de excel&amp;ecirc;ncia conhecidas, para que possam permear de uma forma pragm&amp;aacute;tica toda a cadeia do mercado segurador, influenciando o comportamento dos clientes pessoa f&amp;iacute;sica ou jur&amp;iacute;dica, de investidores, da sociedade, de reguladores e do governo&amp;quot;, explica a confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por meio de nota.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;A proposta &amp;eacute; identificar o n&amp;iacute;vel de ades&amp;atilde;o das seguradoras a esses indicadores&amp;quot;, explica a diretora-executiva da CNseg.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os princ&amp;iacute;pios a serem adotados, as seguradoras dever&amp;atilde;o considerar sistematicamente as quest&amp;otilde;es ambientais, sociais e de governan&amp;ccedil;a no neg&amp;oacute;cio, estrat&amp;eacute;gias e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Outra novidade ser&amp;aacute; aumentar a consci&amp;ecirc;ncia da ind&amp;uacute;stria de seguros, a fim de que seja reduzido o risco ambiental. Tamb&amp;eacute;m dever&amp;atilde;o trabalhar em conjunto com a sociedade, e fornecer com transpar&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mercado segurador tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; o foco, junto com os bancos, da pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o do Conselho Administrativo de Defesa Econ&amp;ocirc;mica (Cade), que ocorre na pr&amp;oacute;xima quarta-feira. Dois deles envolvem parceria com telefonia celular para oferecer servi&amp;ccedil;os financeiros aos usu&amp;aacute;rios, um est&amp;aacute; na &amp;aacute;rea de seguros, e h&amp;aacute; outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es a serem analisadas &amp;eacute; o acordo entre o Banco do Brasil Seguros e o Grupo Mapfre, que formam duas holdings por um prazo de 20 anos. Uma delas oferecer&amp;aacute; servi&amp;ccedil;os nos segmentos de seguros de pessoas, imobili&amp;aacute;rios e agr&amp;iacute;colas. A outra estar&amp;aacute; focada em seguros de ramos &amp;quot;elementares&amp;quot;, como o de ve&amp;iacute;culos. O relator do processo &amp;eacute; o conselheiro Alessandro Octaviani. A Secretaria de Acompanhamento Econ&amp;ocirc;mico (Seae) do Minist&amp;eacute;rio da Fazenda recomendou a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio sem restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Consta da pauta do Cade tamb&amp;eacute;m a parceria de empresas do setor financeiro com o de telefonia. A MasterCard e a Telef&amp;ocirc;nica criaram uma joint venture que pretende desenvolver, comercializar, promover, solicitar, oferecer, vender e prestar Servi&amp;ccedil;os Financeiros aos Clientes da Vivo. Conforme parecer da Seae, as atividades da nova empresa ser&amp;atilde;o realizadas pela MFS Servi&amp;ccedil;os (50% da Master e 50% da Telef&amp;ocirc;nica)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo da MFS ser&amp;aacute; oferecer servi&amp;ccedil;os baseados em nova tecnologia que permitir&amp;atilde;o aos clientes da Vivo utilizar seus aparelhos celulares para receber servi&amp;ccedil;os financeiros m&amp;oacute;veis, independentemente de terem conta banc&amp;aacute;ria. Como se trata de um setor que, segundo a Advocacia Geral da Uni&amp;atilde;o (AGU), deve ser avaliado exclusivamente pelo Banco Central, a Seae n&amp;atilde;o apresentou parecer sobre o caso. A relatoria do processo &amp;eacute; do conselheiro Carlos Ragazzo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o semelhante, o Cade julgar&amp;aacute; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma joint venture criada em 14 de outubro do ano passado entre o Bradesco Cart&amp;otilde;es e a Claro. A nova empresa, chamada de MPO Processadora de Pagamentos M&amp;oacute;veis, ser&amp;aacute; respons&amp;aacute;vel por distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, emiss&amp;atilde;o e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contas pr&amp;eacute;-pagas m&amp;oacute;veis co-branded. A relatoria &amp;eacute; do conselheiro Marcos Ver&amp;iacute;ssimo. Ele salientou que, antes de ser encaminhado ao Cade, o processo foi avaliado pela Secretaria de Direito Econ&amp;ocirc;mico (SDE) do Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a e pela Seae, que opinaram pela aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;Fonte: DCI (03/02)</description>
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		<title>IGI: 14ª edição do relatório começa a ser produzido</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23192</link>
		<description>&lt;p&gt;Ter&amp;aacute; in&amp;iacute;cio dentro de alguns dias a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 14&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relat&amp;oacute;rio do IGI &amp;ndash; Indicadores de Gest&amp;atilde;o de Investimentos, que dever&amp;aacute; ser divulgado em abril. Na vers&amp;atilde;o anterior, a d&amp;eacute;cima-terceira, anunciada em setembro do ano passado, foram analisadas as performances de 903 fundos de investimentos, num patrim&amp;ocirc;nio superior a R$ 373 bilh&amp;otilde;es, sendo f&amp;aacute;cil prever que todos esses n&amp;uacute;meros e valores ser&amp;atilde;o ultrapassados agora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oferecido sem &amp;ocirc;nus pela ABRAPP ao seu quadro associativo, o servi&amp;ccedil;o permite &amp;agrave;s associadas inscritas analisar o desempenho dos fundos de investimento em tr&amp;ecirc;s per&amp;iacute;odos de tempo, abrangendo os &amp;uacute;ltimos 12, 24 e 36 meses, a contar tais prazos de dezembro &amp;uacute;ltimo. Para participar, basta que a entidade formalize a sua ades&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s do endere&amp;ccedil;o &lt;a href=&quot;http://www.abrapp.org.br/igi/adesao.asp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.abrapp.org.br/igi/adesao.asp&lt;/a&gt; .&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso daquelas associadas que j&amp;aacute; aderiram e a cada novo relat&amp;oacute;rio abastecem-no de dados novos - o IGI &amp;eacute; fruto do somat&amp;oacute;rio das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es passadas pelas pr&amp;oacute;prias entidades e consolidadas pela ABRAPP - j&amp;aacute; podem remeter, caso j&amp;aacute; tenham sido produzidos, os arquivos (Resumo do DI e Relat&amp;oacute;rio de Fundos) em seu poder para o N&amp;uacute;cleo T&amp;eacute;cnico da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A not&amp;iacute;cia do lan&amp;ccedil;amento de uma nova vers&amp;atilde;o do IGI &amp;eacute; importante n&amp;atilde;o apenas porque com isso os gestores saber&amp;atilde;o como essas carteiras se comportaram em 2011, mas tamb&amp;eacute;m porque essa importante ferramenta de gest&amp;atilde;o ganhar&amp;aacute; outra vez maior exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos olhos do quadro associativo, atraindo a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ganhando provavelmente com isso a ades&amp;atilde;o de mais associadas, al&amp;eacute;m das 155 que j&amp;aacute; participam.&lt;/p&gt;Fonte: Diário dos Fundos de Pensão (03/02)</description>
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		<title>Fundos: 3 favoritos em leilão de aeroportos</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23191</link>
		<description>&lt;p&gt;Os cons&amp;oacute;rcios liderados por Odebrecht, Queiroz Galv&amp;atilde;o e CCR s&amp;atilde;o considerados pelo governo os principais favoritos para arrematar as concess&amp;otilde;es dos aeroportos de Viracopos e de Guarulhos. A Odebrecht disputa o leil&amp;atilde;o com a Changi, operadora do aeroporto de Cingapura; a Queiroz Galv&amp;atilde;o se aliou ao BTG Pactual e &amp;agrave; Ferrovial, controladora da BAA, que administra Heathrow e outros terminais em Londres; a CCR est&amp;aacute; com a su&amp;iacute;&amp;ccedil;a Flughafen Z&amp;uuml;rich. Para o aeroporto de Bras&amp;iacute;lia, a aposta oficial &amp;eacute; em um grupo de m&amp;eacute;dio porte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo manteve sigilo absoluto sobre as propostas dos cons&amp;oacute;rcios, ontem, na BM&amp;amp;FBovespa. Fontes oficiais que acompanham o processo das concess&amp;otilde;es, no entanto, revelaram que Viracopos &amp;eacute; o aeroporto que mais tem despertado interesse da iniciativa privada. Em conversas reservadas, autoridades do setor disseram ter ficado impressionadas com a profundidade dos estudos feitos pela Odebrecht sobre Viracopos, bem como seu grau de interesse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aeroporto de Campinas &amp;eacute; o que exige maior volume de investimentos. Por isso, a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contrato &amp;eacute; a mais longa, chegando a 30 anos. As tr&amp;ecirc;s concess&amp;otilde;es t&amp;ecirc;m taxa de retorno estimada em 6,46% ao ano e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es id&amp;ecirc;nticas de financiamento. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo &amp;eacute; que o futuro concession&amp;aacute;rio de Viracopos ter&amp;aacute; mais espa&amp;ccedil;o para maximizar sua rentabilidade, com a gest&amp;atilde;o da carga a&amp;eacute;rea e com suas perspectivas de crescimento - dever&amp;aacute; ultrapassar a movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Guarulhos por volta de 2023.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aeroporto de Guarulhos &amp;eacute; visto como fonte segura de receita, com aumento garantido de demanda, at&amp;eacute; esgotar sua capacidade. O problema &amp;eacute; justamente esse: considera-se que o aeroporto tem um limite curto - entre 12 e 15 anos - para crescer. Mas o valor m&amp;iacute;nimo de outorga, estipulado em R$ 3,424 bilh&amp;otilde;es ap&amp;oacute;s revis&amp;atilde;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;atilde;o (TCU), deve restringir sua disputa a grupos mais capitalizados e com relativa &amp;quot;folga&amp;quot; financeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A maior inc&amp;oacute;gnita, segundo fontes do governo, &amp;eacute; o destino do aeroporto de Bras&amp;iacute;lia. Ele precisa de menos investimentos e tem perspectivas de aumento das receitas em ritmo superior ao de Guarulhos. Mas tem v&amp;aacute;rios pontos considerados menos positivos na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os outros dois: foi o que teve maior alta do valor m&amp;iacute;nimo de outorga - subiu de R$ 75 milh&amp;otilde;es para R$ 582 milh&amp;otilde;es ap&amp;oacute;s an&amp;aacute;lise do TCU -, sua demanda por carga ainda &amp;eacute; relativamente baixa e o potencial de atrair mais voos internacionais com a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Guarulhos e o fortalecimento de Viracopos &amp;eacute; duvidoso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, avalia-se que o apetite pode ser maior entre grupos m&amp;eacute;dios, menos dispostos a entrar numa disputa acirrada - e possivelmente com &amp;aacute;gios elevados - em Guarulhos e Viracopos. No entanto, segundo avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que circula no governo, o interesse por Bras&amp;iacute;lia pode aumentar se o aeroporto se transformar na &amp;uacute;nica possibilidade de vit&amp;oacute;ria para grandes grupos que fiquem para tr&amp;aacute;s na disputa pelos outros terminais. Classificam-se, para os lances em viva-voz, s&amp;oacute; as tr&amp;ecirc;s melhores propostas em cada um.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para evitar o risco de adiamento do leil&amp;atilde;o, a Advocacia-Geral da Uni&amp;atilde;o (AGU) montou uma for&amp;ccedil;a-tarefa, com o objetivo de derrubar pedidos de liminares.&lt;/p&gt;Fonte: Valor Online (03/02)</description>
		<guid>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23191</guid>
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	<item>
		<title>Selic deve se manter em 9,5% a.a em 2012</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23176</link>
		<description>&lt;p&gt;Entre abril e dezembro, a previs&amp;atilde;o &amp;eacute; de que a Selic fique em 9,50% a.a. A taxa de c&amp;acirc;mbio dever&amp;aacute; oscilar entre R$ 1,79 (em 2012) e R$ 1,77 (em 2013). Essas foram algumas das vari&amp;aacute;veis econ&amp;ocirc;micas avaliadas nas proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es e expectativas de mercado - setor banc&amp;aacute;rio apresentadas pelo economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, em coletiva de imprensa via web.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;Os juros devem continuar recuando e se estabilizando at&amp;eacute; 9,5%. Esse n&amp;uacute;mero permanece em 2013. Vai depender primeiro do cen&amp;aacute;rio externo, como impactar&amp;aacute; na economia dom&amp;eacute;stica e quest&amp;atilde;o fiscal&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No opini&amp;atilde;o de Sardenberg, no primeiro semestre n&amp;atilde;o haver&amp;aacute; nenhuma mudan&amp;ccedil;a nessa tend&amp;ecirc;ncia. Caso o cen&amp;aacute;rio externo tenha uma melhora, a economia poder&amp;aacute; crescer mais. Para o economista, a press&amp;atilde;o inflacion&amp;aacute;ria n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma quest&amp;atilde;o para ser colocada no primeiro semestre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; sofrer alguma mudan&amp;ccedil;a a partir do segundo semestre. Se melhorar o cen&amp;aacute;rio de crescimento econ&amp;ocirc;mico, poder&amp;aacute; haver algum risco de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais para o segundo semestre, em sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;Se a economia crescer mais, o risco de taxas de juros maiores &amp;eacute; um risco razo&amp;aacute;vel de se trabalhar&amp;quot;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do bom desempenho da balan&amp;ccedil;a comercial que alcan&amp;ccedil;ou US$ 20,3 bilh&amp;otilde;es em 2010 e US$ 29,8 bilh&amp;otilde;es em 2011, o volume de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es diminuiu em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do impacto de pre&amp;ccedil;os em termos de commodities. No entanto, o Pa&amp;iacute;s continua garantindo situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o melhor que no ano passado, avaliou o economista. A pesquisa atual de mercado, elaborada neste janeiro de 2012, prev&amp;ecirc; balan&amp;ccedil;a comercial em US$ 20,4 bilh&amp;otilde;es em 2012 e US$ 15,8 bilh&amp;otilde;es em 2013.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa de proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es macroecon&amp;ocirc;micas mostra ainda que os investimentos diretos estrangeiros dever&amp;atilde;o continuar no patamar de US$ 55 bilh&amp;otilde;es em 2012 e 2013.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rubens Sardenberg prev&amp;ecirc; melhoria do risco Brasil (EMBI). Em pontos, deve cair de 192,1, em 2012, para 174,9, em 2013. Para o economista, as capta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em renda fixa e os investimentos diretos ser&amp;atilde;o mais do que suficientes para o financiamento do d&amp;eacute;ficit em conta corrente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o economista-chefe da Febraban, o Banco Central dever&amp;aacute; continuar comprando o excesso de d&amp;oacute;lares que entram no mercado, com o c&amp;acirc;mbio um pouco mais depreciado: entre R$ 1,79 e R$ 1,77. Esse movimento de aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real deve colaborar com o com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao cen&amp;aacute;rio externo, o Sardenberg ponderou que o cen&amp;aacute;rio vem melhorando na Europa com&lt;/p&gt;&lt;p&gt;uma s&amp;eacute;rie de medidas adotadas, no entanto ainda &amp;eacute; complicado, podendo ter baixo crescimento ou at&amp;eacute; de recess&amp;atilde;o. Na Gr&amp;eacute;cia, &amp;quot;do ponto de vista geral aquele risco embutido de uma ruptura e crise banc&amp;aacute;ria, j&amp;aacute; &amp;eacute; percebido como menor&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Setor p&amp;uacute;blico&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No setor p&amp;uacute;blico, a pesquisa da Febraban mostra a previs&amp;atilde;o de diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a d&amp;iacute;vida l&amp;iacute;quida e o PIB de 36,9% (2012) para 35,8% (2013). Segundo a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Bancos, o governo dever&amp;aacute; cumprir novamente a meta de super&amp;aacute;vit prim&amp;aacute;rio em 2012, como ocorreu em 2011.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;O governo tem muitos instrumentos para cumprir a meta&amp;quot;, disse o economista-chefe. Por&amp;eacute;m, nem sempre isso &amp;eacute; feito da melhor forma, porque &amp;agrave;s vezes o governo corta investimentos. Com um or&amp;ccedil;amento ingessado, o governo tem pouca margem de manobra para fazer uma pol&amp;iacute;tica fiscal mais dura. &amp;quot;&amp;Eacute; dif&amp;iacute;cil imaginar que o governo tenha espa&amp;ccedil;o para fazer mais do que o super&amp;aacute;vit prim&amp;aacute;rio&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SFN&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito da carteira total do Sistema Financeiro (SFN) dever&amp;atilde;o ter uma varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 16,5% em 2012 e 15,8% em 2013. As opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito com recursos direcionados dever&amp;atilde;o evoluir mais 17,8% (em 2012) e 16,8% (em 2013). Esse volume nos recursos direcionados fica abaixo dos 23,2% obtidos no ano passado, pontou o especialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O volume de recursos livres dever&amp;aacute; variar 15,5% (2012) e 14,8% (2013). &amp;quot;H&amp;aacute; uma expectativa de crescimento homog&amp;ecirc;neo no cr&amp;eacute;dito para pessoas f&amp;iacute;sicas e jur&amp;iacute;dicas&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em um cen&amp;aacute;rio internacional que afasta gradualmente o risco de ruptura e melhora as expectativas no mercado, &amp;quot;eventualmente o cr&amp;eacute;dito pode ter um cen&amp;aacute;rio melhor do que as proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;quot;, analisou. A expans&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito poder&amp;aacute; vir a ser menor, se houver uma piora no cen&amp;aacute;rio europeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a inadimpl&amp;ecirc;ncia confirmar o cen&amp;aacute;rio de melhora, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que haja redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos spreads, conjeturou. &amp;quot;&amp;Eacute; razo&amp;aacute;vel esperar isso em um cen&amp;aacute;rio otimista&amp;quot;, concluiu.&lt;/p&gt;Fonte: Carolina Spillari - Executivos Financeiros (02/02)</description>
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		<title>Cenário é positivo para o Brasil em 2012</title>
		<link>http://www.prevdata.org.br/noticias/noticias_feed.php?id=23175</link>
		<description>&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio da economia brasileira &amp;eacute; positivo para 2012. Essa &amp;eacute; a opini&amp;atilde;o do professor do Laborat&amp;oacute;rio de Finan&amp;ccedil;as (Labin) da FIA (Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Instituto de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o), Keyer Carvalho Rocha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo em trajet&amp;oacute;ria de queda, a taxa Selic se mant&amp;eacute;m em um patamar alto para conter as taxas inflacion&amp;aacute;rias, conter consumo e os estoques especulativos, explica o professor. A Selic &amp;eacute; usada como refer&amp;ecirc;ncia para as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bancos e Banco central.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No &amp;uacute;ltimo dia 18 de janeiro, o Banco Central cortou 0,5% e a Selic est&amp;aacute; em 10,50%. Foi o terceiro corte consecutivo. A expectativa do mercado &amp;eacute; que os cortes continuem at&amp;eacute; 9,5%. Essa taxa j&amp;aacute; esteve em patamares mais elevados. Em janeiro de 2004, a Selic ultrapassou os 25%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o professor, a Selic n&amp;atilde;o recua mais por uma &amp;quot;dificuldade pr&amp;aacute;tica&amp;quot; j&amp;aacute; que as capta&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos fundos DI s&amp;atilde;o feitas no patamar dessa taxa. &amp;quot;Se baixar mais, esses fundos perdem a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de operar&amp;quot;, disse. Com o imposto de renda (22,5% a 15%), esses fundos competem com a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da poupan&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No cen&amp;aacute;rio industrial, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es tem sofrido em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do c&amp;acirc;mbio. Como o Brasil est&amp;aacute; captando um volume grande de d&amp;oacute;lares, fica dif&amp;iacute;cil para o governo sustentar o d&amp;oacute;lar alto, analisa Rocha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda &amp;eacute; preciso considerar que as empresas tomam empr&amp;eacute;stimos via BNDES, que possui taxas diferenciadas de longo prazo somadas a outras taxas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;Todas s&amp;atilde;o muito baixas&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cambinal est&amp;aacute; preocupando o governo, que est&amp;aacute; tomando medidas nesse sentido, adiantou o professor. De acordo com o especialista o Brasil est&amp;aacute; exportando mais do que importando, mesmo com dificuldades. Nesse contexto, a importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es acabam ficando mais atratativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No plano interno, em um consumo estimulado via cr&amp;eacute;dito, faixas de renda muito baixas est&amp;atilde;o adquirindo maior poder de compra. O desemprego diminuiu, avaliou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um bom indicador de que a economia est&amp;aacute; indo bem &amp;eacute; que o Brasil teve super&amp;aacute;vit prim&amp;aacute;rio at&amp;eacute; o ano passado, antes o Brasil sempre ficava negativo, lembrou o professor. &amp;quot;O ideal seria que a d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica fosse remunerada a uma taxa seja pr&amp;eacute;-fixada&amp;quot;, avaliou. Quase um ter&amp;ccedil;o da d&amp;iacute;vida &amp;eacute; remunerada pela Selic. &amp;quot;Diante da queda dos juros e aumento da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o cen&amp;aacute;rio &amp;eacute; positivo&amp;quot;, reiterou.&lt;/p&gt;Fonte: Carolina Spillari - Executivos Financeiros (02/02)</description>
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		<title>Blog da Previdência já está no ar</title>
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		<description>&lt;p&gt;Basta teclar blog.previdencia.gov.br&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; est&amp;aacute; no ar o Blog da Previd&amp;ecirc;ncia Social, que pode ser acessado pelo endere&amp;ccedil;o blog.previdencia.gov.br.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse espa&amp;ccedil;o funciona como complemento do site do Minist&amp;eacute;rio da Previd&amp;ecirc;ncia Social. Nossos textos est&amp;atilde;o integrados a recursos midi&amp;aacute;ticos, como v&amp;iacute;deos, fotos e &amp;aacute;udios, com o objetivo de fazer um contato mais direto com o p&amp;uacute;blico que est&amp;aacute; antenado e gosta de usufruir ao m&amp;aacute;ximo da hipertextualidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fique por dentro das not&amp;iacute;cias di&amp;aacute;rias do minist&amp;eacute;rio, navegando pela nossa nova p&amp;aacute;gina! Fotos e v&amp;iacute;deos podem ser compartilhados na rede social de sua prefer&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar que as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;o, tais como consultas ao extrato previdenci&amp;aacute;rio e requerimento do aux&amp;iacute;lio-doen&amp;ccedil;a, por exemplo, continuam dispon&amp;iacute;veis no endere&amp;ccedil;o do Minist&amp;eacute;rio da Previd&amp;ecirc;ncia (&lt;a href=&quot;http://www.previdencia.gov.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.previdencia.gov.br&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nosso Twitter continua o mesmo: @Previdencia. Se precisar tirar alguma d&amp;uacute;vida, nosso Formspring est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel &lt;a href=&quot;http://www.formspring.me/previdenciasoci&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.formspring.me/previdenciasoci&lt;/a&gt;, assim como o telefone da Central 135 e a Ouvidoria, no site &lt;a href=&quot;http://www.previdencia.gov.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.previdencia.gov.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seja bem-vindo(a) e boa leitura!&lt;/p&gt;Fonte: Previdência (02/02)</description>
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