Dias atrás, estava estudando com a minha filha de oito anos, chamada Esperança. Após as minhas considerações sobre o mapa mental montado por ela para o novo ciclo de provas, inocentemente perguntei se “a ficha tinha caído”. Prontamente, a Esperança perguntou o que significava “cair a ficha”. Então, rapidamente, numa quase epifania, me dei conta do tamanho do abismo que separa a minha Geração X da chamada Geração Alfa, que abrange os nascidos entre 2010 e 2025, sucedendo a Geração Z e antecedendo a futura Geração Beta.
Eles são nativos digitais absolutos; crescem totalmente cercados por telas, inteligência artificial, redes sociais e automação. Consideram a tecnologia uma extensão natural do cotidiano e foram fortemente impactados, no início da infância, pelo contexto pós-moderno e pandêmico.
Diante do impacto dessa constatação, no texto deste mês, gostaria de compartilhar a indicação de um artigo da Kika Gama Lobo, publicado na Veja Rio. Fui agraciado pelo meu sogro com essa pérola de reflexão sobre o aumento da longevidade e os desafios do processo de amadurecimento e de envelhecimento.
Para aqueles que ainda carregam dúvidas sobre a relevância de ter um bom programa de renda, acompanhar o seu plano e adaptar-se aos sinais dos tempos, recomendo a leitura.
Chegou a hora de cair a ficha ou o algoritmo, enquanto há tempo!
UMA REFLEXÃO QUE VALE A LEITURA
O peso de viver muito. Já fez o seu dever?
Kika Gama Lobo | Veja Rio | 18 de agosto de 2026
“Precisamos falar do peso de viver muito.” — Kika Gama Lobo
Viver mais é uma das grandes conquistas do nosso tempo. Mas estamos preparados para tudo o que uma vida mais longa exige?
→ Leia o artigo completo na Veja Rio
Até o próximo encontro!
